Os fogos de artifícios
Mancham a paisagem sonora
E as estrelas auxiliam
Na construção
De uma explosão visual
Do recomeço
Todo ciclo findado
É o início de outro
E no lampejo do ocorrido
Faz-se nova luz
A translação das vidas
Nas rotações dos sonhos
Nunca finda
E renasce
A cada novo estouro
A todo novo artifício
De existir
Alexandre Fritzen da Rocha
(Nova Petrópolis, 01 de janeiro de 2013)
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