terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O véu de Nix

Doce condição noturna
A lua me declama poesias que não sei traduzir
Perco-me no manto negro da noite

No curioso som noturno
Observo a sombra que a lua mostra

Rodeado pela pintura estrelar
O sereno emanta-me de nostalgia
E adormeço docemente sob o véu de Nix...


Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 16 de dezembro de 2013)

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