Não reconheço
Não mais pertenço
À tua voz
Doce em mim
Lembrança dissipada
A cada fuga
A cada medo de olhar
Reflito teu fel
Retiro teu véu
De omissões
E te faço canção
De despedida
Cortejo teus pés
No caminho do teu sorriso
Impreciso
Teu olhar
Solfeja mudo
A minha voz a expirar
Na tua ruga
Tão delicada e inerente
Ao meu coração
Transpiras meu pranto
Na luz do teu olhar
A chorar macio
Alexandre Fritzen da Rocha
(Nova Petrópolis, 3 de janeiro de 2013)
(Nova Petrópolis, 3 de janeiro de 2013)
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