sábado, 17 de agosto de 2013

O sol na manhã de inverno

E o sol adentra a casa
Invade a sala
E despido, espia pela janela
Tenta, em vão, não ser visto nela

Na manhã fria tenta compensar
O gélido clima
E acalma
Parece abraçar a alma

E dele bebo
Amenizo, assim, com calor
A gélida e lúgubre sensação
Dos frios que foram e os que virão

Ele anuncia o recomeço
O novo dia
Um ciclo que leve
A sua morte em breve

Renascerá noutro tempo
Cumprindo sua rotineira função
Dar luz e vida
E adormecer em seguida...


Alexandre Fritzen da Rocha.
(Porto Alegre, 22 de julho de 2013)

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