Expurgas os males e agouros
Com um copo bem cheio de lucidez
E os medos espantas
No corpo nu da razão
Atiças teu prejuízo
E debochas de tuas perdas
As vê como tolas
Circunstâncias encharcadas de nada
Chapa tua memória
Embriaga os teus medos
Desata a culpa
Daquilo que não foi
Triste cina de torna-te responsável por tudo
Egoico, ser emanado
De tolices e distorções
Com versos flatulentos e imperitos
E a culpa construída
Que cospe na tua cara
Escarra dores
Que confundem tuas ações
Dormes, então, no teu berço
Coberto por pensamentos cíclicos
Inchados de lágrimas
E molhados de suposições
Alexandre Fritzen da Rocha.
(Nova Petrópolis, 11 de agosto de 2013)
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