Em teu corpo me re-invento
Me busco e me encontro
Me perco e me escondo
Re-significo meus sentidos
Minhas mãos,
Descobrem em ti poesias
Com versos em Braille
E te recito...
Minha boca,
Percorre teu corpo
Liba teus sabores
Como uma bebida angélica
Meus olhos,
Vislumbrados e perdidos
Observam os pequenos detalhes teus
E encantos se perdem num sonho
Meus ouvidos,
Apreciam tua fala
Sonoridade feérica
Doce sinfonia...
Meu nariz,
Refém do teu sândalo
Respira-te como um boticário
E agracia teu aroma...
E acaricio tua manhã
Eu, um observador apaixonado
Tu, um presente para minha alma
Sorriso de minha existência...
Alexandre Fritzen da Rocha.
(Porto Alegre, 2 de agosto de 2013)
(Porto Alegre, 2 de agosto de 2013)
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