terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Soneto à Saudade

Imerso no estranho sentimento
Que preenche minha mente
Por mais que a fuga tente
Permaneço imóvel no acento

Um sentir confuso. Sem ar...
Porém doce torna-se o sonho
Do regresso que suponho
Em meu súbito e frêmito pensar

E no reencontro ela cessa
No sorriso e no abraço
De peito aberto a promessa

De findar o embaraço
Findar saudade que arremessa
A ausência, desenlaço


Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 9 de fevereiro de 2014)

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