Morboso sonho
Soturno
Desfaz-se
No abrir dos olhos
Permanece
Alguns minutos
A confundir
Meu pensar
Mas a serenidade
Do teu olhar
Na tua lucidez
Dissolvo
O véu surreal
Fugaz assombro
No lampejo doce
Do teu conforto
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 6 de maio de 2014)
mesmo assim ainda encontrou doçura...acordado ou não...
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