Vives das cócegas no teu ego
Tua necessidade repugna meu ato
Deselegante
Imatura postura
Te mando longe
Anuncio à tua fronte
Meu desprezo
Minha ausência rude
E esse meu basta
Não basta para ti
Insistes em me difamar
E cuspir vespas
Meu afastamento te aproxima
Minha rejeição te apaixona
Em minha louca fuga
Invado-me de nociva nostalgia
Despe-se em desespero
Anuncias teu furor vespeiro
Na umidade de teu ventre
Imana-me em teu seio
Ato áspero
Corrosivo
Danoso
Perturbada cena
Gozas em meu coito
Cospes na minha cara
Satisfaz teu furor
E descobre-te vazia
Em desespero
Busca meu consenso
Em minha negação
Age em ato violento
Afasta-te
Ata-te
No desconforto da solidão
Descubra-te ser
Alexandre Fritzen da Rocha
(Nova Petrópolis, 10 de maio de 2014)
(Nova Petrópolis, 10 de maio de 2014)
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