Suma com tua paranoia lasciva
Teus castelos e dragões
Abandone este corpo
Que há tempos já não te quer mais
E hoje te ignora
Fuja, suma!
E não bata mais nesta porta
Pois ela está trancada para ti
E quando pensares em regressar
Lembra-te que aqui não tens mais abrigo
A não ser que queiras enlouquecer a ti
Por tentar, em vão, louco me tornar...
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 6 de outubro de 2013)
(Porto Alegre, 6 de outubro de 2013)
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