E as luzes piscam quase loucas
Na noite da cidade
Choramingam o dia que passou
No sense
Sinto a saudade de jamais ter sido
E preocupo-me com o porvir
Sendo que ele não há...
É interessante este olhar
Este fetiche de Wells
Impalpável, incontrolável...
E neste limbo temporal
Me sinto um astronauta
Flutuando na nave de minha consciência
E chegando a ontem e amanhã sem ser...
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 7 de julho de 2013)
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