Instantes difusos, congelas e usas a minha razão
Tu, ages confusa, dizes não ser, alinhas, montas a si
Ai, mente atroz, move, lida,
Teima e traz novo dilema
E doce o labirinto ao lago d’alma
Ama toda. O belo, cálido ri, ao negá-la
Instante coeso, rude, desistes, por fim
Por te ser confuso, e sim, distante de si
Dê suas porções generosas da dúvida, e
pegues rosas, serão unção de vidas
Alexandre Fritzen da Rocha.
(Porto Alegre, 20 de julho de 2013)
Cada estrofe tem um anagrama entre um verso e outro.
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