Um mês inteiro
de rota vazia
de lugar nenhum
pra lugar algum
Pobre ciclovia
lá da Loureiro
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 24 de março de 2014)
terça-feira, 25 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Tempestuosa Sina
Minha busca
Indireta
Indiscreta
Pelo inconstante
Faço-me servo de meu temperamento
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 16 de dezembro de 2013)
(Porto Alegre, 16 de dezembro de 2013)
quarta-feira, 12 de março de 2014
Femina
Musa, criadora, mãe
Usurpa ou presenteia
Leve carícia
Helena, Pandora, Atena
Essência delicada
Repleta de voraz força
Woolf, Lispector, Beauvoir
Opulenta existência
Materna clemência
Ao seu encanto
Navega a poesia
Misterioso pensamento
Único, complexo
Jamais decifrado
E codificado
Raro enigma
Firme e majestosa
Resiste ao pranto
Amável ou vingativa
Ufana-se de si
Fecunda a vida
Enlaça o cuidado
Mantém o zelo
“Maternando” o homem
E construindo o ser
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 11 de março de 2014)
Usurpa ou presenteia
Leve carícia
Helena, Pandora, Atena
Essência delicada
Repleta de voraz força
Woolf, Lispector, Beauvoir
Opulenta existência
Materna clemência
Ao seu encanto
Navega a poesia
Misterioso pensamento
Único, complexo
Jamais decifrado
E codificado
Raro enigma
Firme e majestosa
Resiste ao pranto
Amável ou vingativa
Ufana-se de si
Fecunda a vida
Enlaça o cuidado
Mantém o zelo
“Maternando” o homem
E construindo o ser
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 11 de março de 2014)
terça-feira, 4 de março de 2014
A manhã do carnaval
Purpurina
Confete
Remanso manso
Ar de glória
Sexo
Ranço
Do brinquedo
Canso
E o olho lanço
Calmo
No bloco lento
Devaneio
Frêmito intento
No sorriso
No seio
Da manhã de carnaval
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 02 de março de 2014)
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